BRASIL,O PAÍS DOS CANALHAS

Brasil, país dos canalhas



O imortal Nelson Rodrigues definiria o Brasil, facilmente, como um País dos Canalhas. Na definição rodrigueana, canalha é o sujeito tão amoral e imoral que consegue trair a própria mulher, trocando-a pela irmã dela, da maneira mais cínica e cara de pau. “O sujeito era tão canalha, mas tão canalha, que não livrava a cara da própria cunhada” – seria a expressão que conceituaria nosso permanente investimento no grau de canalhice.
Em meio a maior crise política, econômica e moral nunca antes vista na História brasileira, assistimos ontem a mais provas objetivas da amoralidade e da imoralidade reinante na cúpula dos poderes. Como explicar que os Generais aceitem fechar um acordo de mentirinha em torno do recém-baixado Decreto 8515, que lhes tira poder e abre uma perigosa brecha para que os bolivarianos no Ministério da Defesa mexam nos regulamentos das escolas militares – sempre considerados tão imexíveis pelas legiões como a Lei de Anistia de 1979?
Como justificar que Renan Calheiros e Eduardo Cunha, presidentes do Senado e da Câmara, sob risco de citação, investigação ou indiciamento na Operação Lava Jato, sejam transformados, publicamente, nos baluartes de uma luta contra o desperdícios praticados com o dinheiro público pelo desgoverno do crime organizado? Como aceitar que a maioria de uma suposta “oposição” à ditadura nazicomunopetralha se comporte, de forma covarde e criminosamente omissa, como se fosse formada por petistas envergonhados ou sem-vergonha? Como suportar que a cúpula do Judiciário não faça cumprir a lei (que deveria valer para todos) e não tome uma atitude ética e enérgica, digna de magistrados que honrem a toga, quando o Poder Executivo “obra e anda” para decisões transitadas em julgado e não paga precatórios ou pega a grana dos depósitos judiciais para promover mais gastanças?
Só a canalhice conceituada por Nelson Rodrigues pode explicar o comportamento da oligarquia que ocupa os poderes no Brasil que tem um Estado Capimunista, Centralizador, Cartorial, Cartelizado, Corrupto e Canalha – tão canalha, mas tão canalha, que não poupa e sequer perdoa o cidadão-eleitor-contribuinte que lhe sustenta. Este País que tem a cúpula de poder absolutamente inconfiável para a maioria das pessoas de bem é que ontem obteve a irônica consagração de um manipulado (e por que não dizer canalha) mercado financeiro transnacional, sendo rebaixado em seu grau de investimento por uma das famigeradas agências de risco. Azar dos rentistas que verão o dólar disparar frente ao irreal Real e ainda sentirão perdas no valor das ações em que especulam (ops, “investem”, no melhor estilo dos apostadores em jogos de azar).
Em meio a tanta canalhice, o desgoverno encontra a costumeira saída para a impossível sobrevivência. O jeito da turma de Dilma Rousseff e companhia é aumentar os impostos, ou criar novos tributos, taxas e contribuições, além dos 92 em vigor, das infindáveis “instruções normativas” da Receita Federal ou das multas inventadas por Estados e Municípios, para continuar sugando o sangue e esvaziando o bolso da população. O assalto a “burrocrata” armado violenta do mais pobre ao mais ricaço, ferrando, sobretudo, a tal classe mé(r)dia”. A canalha proposta de aumento do Imposto de Renda da Pessoa Física é um confisco direto nos contracheques sobre os ganhos do trabalho, uma redução salarial direta, absolutamente inconstitucional e imoral.
Os canalhas da oligarquia tupiniquim só fingem não perceber que existe um movimento crescente de insatisfação e revolta contra seus abusos e desmandos autoritários, que evolui do mundo oculto das redes sociais para as ruas, a cada grande e significativo protesto de massas. O próximo já está agendado para domingo, 20 de setembro. O povo já percebe que tem capacidade de pressão para exercer seu Poder Instituinte, a fim de promover uma Intervenção Constitucional.
A mídia amestrada e abestada não noticia, mas estamos civicamente cada vez mais próximos daquilo que os colonos norte-americanos fizeram nos idos de 1776, não só proclamando sua independência verdadeira, mas fundando uma Nação em sólidas bases republicanas, com uma Constituição enxuta e facilmente cumprível, que assegura a real Democracia – a Segurança do Direito.
Já morreu a “Nova República”, expressão máxima da canalhice promovida pela mais sórdida politicagem. Só falta cair de pobre o regime desta vanguarda do atraso, promovido pelo golpe militar de 1985 (no qual o falecido General Leônidas entronizou José Sarney, ilegitimamente, na Presidência, após a morte súbita do Tancredo Neves. Está muito próxima de um final tragicômico a farra da petelândia e seus comparsas corruptos – também altamente canalhas.
As mudanças por aqui são inevitáveis não só porque a maioria do povo brasileiro deseja, mas porque o crescimento e desenvolvimento do Brasil, em bases reais e sólidas, é uma necessidade crucial e urgente para um mundo que se desestrutura, perigosamente, em conflitos que alimentam crises (políticas e econômicas) de consequências inimagináveis. Dilma vai cair não porque ela seja a causa, mas porque é consequência de um modelo canalha pautado pela incompetência, inoperância e insustentabilidade de uma sociedade que deveria ser muito rica, mas que permanece historicamente mantida na miséria porque, até outro dia, aceitava, passivamente, tudo de ruim que lhe era imposto pelos canalhas daqui de dentro, em conluio com os canalhas da oligarquia financeira transnacional.
Esse jogo de canalhices não interessa mais ao povo brasileiro e nem aos controladores da geopolítica e economia transnacional. Se os corruptos e canalhas não quiserem entender que tal processo de mudança é inadiável e inevitável, o problema será inteiramente deles. A vitória final será da Elite Moral brasileira, que começa a surgir em cada cidadão que se expõe nas redes sociais e que sai à rua para exigir transformações para melhor.
Canalhas de todos os podres poderes, uni-vos, porque seus dias estão contados! Os vermes serão expelidos pela revolta popular, impulsionada por segmentos cada vez mais esclarecidos da sociedade brasileira, porque tal mudança é uma demanda do sistema de poder mundial e uma necessidade urgente da maioria do povo brasileiro – que até outro dia lhes servia de hospedeiro, sem reclamar.
Embora sejamos o maldito “País do jeitinho”, onde vigora a sempre evocada “Lei Gérson” (“gosto de levar vantagem em tudo, certo”), a mudança se tornou inevitável. Devemos nos preparar para a verdadeira “revolução brasileira” – e não um tímido “reformismo modernizador” pregado por alguns economistas que não sabem bem de que lado da sociedade estão. De nada resolve reformar o que está erguido em bases erradas, conceitos equivocados e regras mentirosas ou contraditórias.
Romper com o Capimunismo é preciso, implantando uma República com Federalismo de verdade, transparência total nas coisas públicas, Imposto Justo, Judiciário que faça a lei ser cumprida por todos e para todos (sem rigores seletivos) e representatividade política concreta, através do sistema de voto Distrital e Distrital misto, que evolua da realidade local, para a municipal, até a estadual e regional, chegando até ao governo da União.
O Brasil não pode mais ser uma espécie de União Soviética, dividida em feudos e cartórios controlados por políticos da pior espécie que roubam a hegemonia popular a cada eleição apenas para se locupletarem. Chega de Canalhice! Basta de Canalhas! Adeus às ilusões perdidas. Vamos olhar para frente, e construir um Brasil de verdade que valorize o indivíduo que consegue fazer bem à sociedade, estudando, trabalhando, produzindo e evoluindo.     
dição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão  serrao@alertatotal.net
O imortal Nelson Rodrigues definiria o Brasil, facilmente, como um País dos Canalhas. Na definição rodrigueana, canalha é o sujeito tão amoral e imoral que consegue trair a própria mulher, trocando-a pela irmã dela, da maneira mais cínica e cara de pau. “O sujeito era tão canalha, mas tão canalha, que não livrava a cara da própria cunhada” – seria a expressão que conceituaria nosso permanente investimento no grau de canalhice.
Em meio a maior crise política, econômica e moral nunca antes vista na História brasileira, assistimos ontem a mais provas objetivas da amoralidade e da imoralidade reinante na cúpula dos poderes. Como explicar que os Generais aceitem fechar um acordo de mentirinha em torno do recém-baixado Decreto 8515, que lhes tira poder e abre uma perigosa brecha para que os bolivarianos no Ministério da Defesa mexam nos regulamentos das escolas militares – sempre considerados tão imexíveis pelas legiões como a Lei de Anistia de 1979?
Como justificar que Renan Calheiros e Eduardo Cunha, presidentes do Senado e da Câmara, sob risco de citação, investigação ou indiciamento na Operação Lava Jato, sejam transformados, publicamente, nos baluartes de uma luta contra o desperdícios praticados com o dinheiro público pelo desgoverno do crime organizado? Como aceitar que a maioria de uma suposta “oposição” à ditadura nazicomunopetralha se comporte, de forma covarde e criminosamente omissa, como se fosse formada por petistas envergonhados ou sem-vergonha? Como suportar que a cúpula do Judiciário não faça cumprir a lei (que deveria valer para todos) e não tome uma atitude ética e enérgica, digna de magistrados que honrem a toga, quando o Poder Executivo “obra e anda” para decisões transitadas em julgado e não paga precatórios ou pega a grana dos depósitos judiciais para promover mais gastanças?
Só a canalhice conceituada por Nelson Rodrigues pode explicar o comportamento da oligarquia que ocupa os poderes no Brasil que tem um Estado Capimunista, Centralizador, Cartorial, Cartelizado, Corrupto e Canalha – tão canalha, mas tão canalha, que não poupa e sequer perdoa o cidadão-eleitor-contribuinte que lhe sustenta. Este País que tem a cúpula de poder absolutamente inconfiável para a maioria das pessoas de bem é que ontem obteve a irônica consagração de um manipulado (e por que não dizer canalha) mercado financeiro transnacional, sendo rebaixado em seu grau de investimento por uma das famigeradas agências de risco. Azar dos rentistas que verão o dólar disparar frente ao irreal Real e ainda sentirão perdas no valor das ações em que especulam (ops, “investem”, no melhor estilo dos apostadores em jogos de azar).
Em meio a tanta canalhice, o desgoverno encontra a costumeira saída para a impossível sobrevivência. O jeito da turma de Dilma Rousseff e companhia é aumentar os impostos, ou criar novos tributos, taxas e contribuições, além dos 92 em vigor, das infindáveis “instruções normativas” da Receita Federal ou das multas inventadas por Estados e Municípios, para continuar sugando o sangue e esvaziando o bolso da população. O assalto a “burrocrata” armado violenta do mais pobre ao mais ricaço, ferrando, sobretudo, a tal classe mé(r)dia”. A canalha proposta de aumento do Imposto de Renda da Pessoa Física é um confisco direto nos contracheques sobre os ganhos do trabalho, uma redução salarial direta, absolutamente inconstitucional e imoral.
Os canalhas da oligarquia tupiniquim só fingem não perceber que existe um movimento crescente de insatisfação e revolta contra seus abusos e desmandos autoritários, que evolui do mundo oculto das redes sociais para as ruas, a cada grande e significativo protesto de massas. O próximo já está agendado para domingo, 20 de setembro. O povo já percebe que tem capacidade de pressão para exercer seu Poder Instituinte, a fim de promover uma Intervenção Constitucional.
A mídia amestrada e abestada não noticia, mas estamos civicamente cada vez mais próximos daquilo que os colonos norte-americanos fizeram nos idos de 1776, não só proclamando sua independência verdadeira, mas fundando uma Nação em sólidas bases republicanas, com uma Constituição enxuta e facilmente cumprível, que assegura a real Democracia – a Segurança do Direito.
Já morreu a “Nova República”, expressão máxima da canalhice promovida pela mais sórdida politicagem. Só falta cair de pobre o regime desta vanguarda do atraso, promovido pelo golpe militar de 1985 (no qual o falecido General Leônidas entronizou José Sarney, ilegitimamente, na Presidência, após a morte súbita do Tancredo Neves. Está muito próxima de um final tragicômico a farra da petelândia e seus comparsas corruptos – também altamente canalhas.
As mudanças por aqui são inevitáveis não só porque a maioria do povo brasileiro deseja, mas porque o crescimento e desenvolvimento do Brasil, em bases reais e sólidas, é uma necessidade crucial e urgente para um mundo que se desestrutura, perigosamente, em conflitos que alimentam crises (políticas e econômicas) de consequências inimagináveis. Dilma vai cair não porque ela seja a causa, mas porque é consequência de um modelo canalha pautado pela incompetência, inoperância e insustentabilidade de uma sociedade que deveria ser muito rica, mas que permanece historicamente mantida na miséria porque, até outro dia, aceitava, passivamente, tudo de ruim que lhe era imposto pelos canalhas daqui de dentro, em conluio com os canalhas da oligarquia financeira transnacional.
Esse jogo de canalhices não interessa mais ao povo brasileiro e nem aos controladores da geopolítica e economia transnacional. Se os corruptos e canalhas não quiserem entender que tal processo de mudança é inadiável e inevitável, o problema será inteiramente deles. A vitória final será da Elite Moral brasileira, que começa a surgir em cada cidadão que se expõe nas redes sociais e que sai à rua para exigir transformações para melhor.
Canalhas de todos os podres poderes, uni-vos, porque seus dias estão contados! Os vermes serão expelidos pela revolta popular, impulsionada por segmentos cada vez mais esclarecidos da sociedade brasileira, porque tal mudança é uma demanda do sistema de poder mundial e uma necessidade urgente da maioria do povo brasileiro – que até outro dia lhes servia de hospedeiro, sem reclamar.
Embora sejamos o maldito “País do jeitinho”, onde vigora a sempre evocada “Lei Gérson” (“gosto de levar vantagem em tudo, certo”), a mudança se tornou inevitável. Devemos nos preparar para a verdadeira “revolução brasileira” – e não um tímido “reformismo modernizador” pregado por alguns economistas que não sabem bem de que lado da sociedade estão. De nada resolve reformar o que está erguido em bases erradas, conceitos equivocados e regras mentirosas ou contraditórias.
Romper com o Capimunismo é preciso, implantando uma República com Federalismo de verdade, transparência total nas coisas públicas, Imposto Justo, Judiciário que faça a lei ser cumprida por todos e para todos (sem rigores seletivos) e representatividade política concreta, através do sistema de voto Distrital e Distrital misto, que evolua da realidade local, para a municipal, até a estadual e regional, chegando até ao governo da União.
O Brasil não pode mais ser uma espécie de União Soviética, dividida em feudos e cartórios controlados por políticos da pior espécie que roubam a hegemonia popular a cada eleição apenas para se locupletarem. Chega de Canalhice! Basta de Canalhas! Adeus às ilusões perdidas. Vamos olhar para frente, e construir um Brasil de verdade que valorize o indivíduo que consegue fazer bem à sociedade, estudando, trabalhando, produzindo e evoluindo.     

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Por Jorge Serrão  serrao@alertatotal.net

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